
Por Maria Rita Andrade Xavier
Segundo Rangel (1990), ler é uma prática básica, essencial para aprender. Nada substitui a leitura, mesmo numa época de proliferação dos recursos audiovisuais e da informática. A leitura é parte essencial do trabalho, do empenho, da perseverança, da dedicação em aprender. O hábito de ler é decorrente do exercício e nem sempre constitui-se um ato prazeroso, porém, sempre necessário.
Sem dúvida, ler significa estudar, compreender o registro dos fatos, decifrá-los, perceber e reconhecer o sentido das coisas, do que está escrito. E, a medida que as pessoas forem exercitando a leitura, elas vão descobrindo o significado real de cada contexto. Saberá fazer o verdadeiro juízo das situações, adequar os conceitos, relacionar, comparar passagens, aplicar as idéias em diferentes contextos, solucionar problemas e integrar a própria vida.
A escola como espaço vivo e dinâmico do processo de ensinagem (ou seja , processo de ensino e aprendizagem) , deve proporcionar aos estudantes um ambiente cultural, social, intelectual através de livros didáticos, literários, científicos. Com a mediação do professor e a ajuda dos livros, os educandos aprenderão a ler, a escrever, a entender a própria realidade em que vive, como também, a do outro. E, como diz Paulo Freire “Ninguém educa ninguém, ninguém se educa sozinho, mas todos se educam juntos”.
Portanto, não se pode pensar em aprendizado sem leitura, transformação sem conhecimento, educação sem saber. A leitura é um bem precioso, é parte integrante da vida, é a única herança que a pessoa leva consigo. Maria Rita Andrade Xavier , é professora de Língua Portuguesa da Escola Dom Avelar Brandão Vilela, Formada pela UCSAL tendo especialização em Metodologia do Ensino Superior e Psicopedagogia institucional e Clínica
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